segunda-feira, 12 de maio de 2008

A nossa aula de hoje

Hoje, iniciámos o estudo dos casos de leitura "az, ez, iz, oz, uz" com a visualização da dramatização da história "A Ida da Beatriz ao Médico", realizada pelas estagiárias Ana Rita, Sónia e Patrícia. Seguidamente fizemos listagens de palavras com as situações em estudo.







rapaz dez giz veloz luz



cabaz fez petiz voz capuz



paz timidez nariz feroz reluz



Também foi a partir da história, que a Sónia nos ajudou a conhecer o corpo da Olga e do Óscar. Hoje, descobrimos a existência do sistema circulatório. Num modelo, vimos que no nosso corpo existe um motor chamado coração, as veias, as artérias e os vasos capilares. Ficámos a saber que afinal não existe sangue azul. Todo o sangue é vermelho, só que um é rico em oxigénio e circula nas artérias e o outro é rico em dióxido de carbono e circula nas veias. Com a ajuda de um estestoscópio ouvimos o nosso coração. Depois, saltámos muito e o nosso coração batia muito rápido. A Fernanda disse-nos que o nosso coração tem aproximadamente a dimensão da nossa mão fechada. Por último. cada um construíu um boneco com o sistema circulatório.






A ida da Beatriz ao médico




A Beatriz, pelas dez horas da manhã, vai ao médico a uma consulta de rotina. A menina está cheia de dúvidas e muito receosa.
- Bom dia Sr. Doutor. – cumprimentou a Beatriz.
- Bom dia Beatriz, então como tens passado? – perguntou o médico.
- Sr. Doutor tenho passado muito bem. Mas tenho algumas dúvidas sobre o que se passa no meu corpo! – exclamou a Beatriz.
- E que dúvidas são essas que vão aí dentro da tua cabecinha? – questionou o médico com um sorriso na cara.
- No outro dia, eu andei a brincar ao sol e, à noite comecei a deitar sangue pelo nariz. Na minha escola também houve um rapaz que caiu no recreio e, começou a deitar sangue pelo joelho e pela mão. Eu acho muito estranho termos sangue nas mãos, nos joelhos e no nariz! Isto é normal Sr. Doutor? – perguntou a Beatriz muito ansiosa.
- Sim, tudo isso que aconteceu é normal. Mas vou explicar-te uma coisa muito importante que se passa no nosso corpo, está bem Beatriz?
- Está bem. – respondeu a menina com um ar de entusiasmo.
Enquanto o Médico consultava a menina, foi esclarecendo as dúvidas da menina.
- Sabes, o nosso corpo por dentro pode ser comparado com um carro. O carro tem um motor que o faz trabalhar e, nós temos um coração que está sempre a trabalhar. Mas para que o carro ande ele tem uns tubinhos que conduzem a gasolina do motor a todos os lugares necessários. Nós como somos pessoas, também temos uns tubinhos por todo o nosso corpo, desde a cabeça até aos pés, que transportam o sangue do coração para todo o corpo. Por isso quando caímos e nos magoamos seja em que parte do corpo for, temos uma hemorragia ou deitamos sangue como tu dizes, Beatriz.
- Ah, agora já percebi! Então nós temos sangue a passar em todo o nosso corpo! – disse a menina muito admirada.
- Já não tens mais dúvidas? – perguntou o médico à menina.
- Que eu me esteja a lembrar, não tenho mais perguntas. Muito obrigada Sr. Doutor por me explicar tudo. – despediu-se a menina do médico.
- Adeus Beatriz e cuida de ti. Não andes muito ao sol e não olhes directamente para a sua luz que é muito forte, come muita fruta, arroz e bebe muita água. – aconselhou o médico à menina.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Matemática - Problemas da Semana para a Família





O lobo, a couve e o cordeiro



Era uma vez, não há muito tempo, um rapaz que trabalhava para um agricultor e a quem mandaram entregar um lobo, uma ovelha e uma alface numa cidade vizinha. Passado algum tempo, chegou a um rio que era necessário atravessar de barco. Infelizmente, o barco tinha apenas tamanho suficiente para transportar o rapaz e uma das encomendas de cada vez.

O problema é que ele não podia deixar o lobo sozinho com a ovelha porque o lobo comeria a ovelha. Também não podia deixar a ovelha sozinha com a alface porque a ovelha comeria a alface.

Descobre como é que o rapaz atravessou o rio para a outra margem com o lobo, com a ovelha e com a alface.





As três irmãs



A Alda, a Berta e a Carla são três irmãs. Cada uma delas tem a sua
profissão: uma é arquitecta, outra é bancária e a outra é cozinheira. Casaram com três rapazes
muito simpáticos: um chama-se Abel, outro Bernardo e o outro chama-se Carlos.

Sabendo que as iniciais dos nomes delas, de cada profissão e de cada marido não se
repetem, descobre o que faz e com quem se casou cada uma delas.

























Uma Mensagem Especial

Num dia de sol, a Maria Índia foi passear à rua e viu que a sua terra estava muito poluída.

Enquanto caminhava, a menina observava o lixo espalhado à sua volta. Os cães esfomeados
comiam os restos de comida malcheirosa.

A certa altura, a Maria Índia encontrou o seu amigo Pedro Quaresma.

Maria Índia – Olá, Pedro Quaresma! Estás bom? Já viste como a nossa rua está toda poluída?

Pedro Quaresma – Eu não sei o que queres dizer.

Maria Índia - Então tu não sabes o que é a poluição?

Pedro Quaresma – Nunca ouvi falar disso.

A Maria Índia explicou ao seu amigo que a poluição tem a ver com sujidade, com o lixo que os
habitantes lançam para o solo, para a água dos rios e dos mares, com os
petroleiros que têm acidentes e lançam petróleo nas águas dos oceanos.
O Pedro Quaresma ouvia a Maria Índia com muita atenção e mostrava-se
muito curioso sobre
aquele assunto.
Pedro Quaresma – Então mas só há poluição do solo e da água?
Maria Índia – Não meu amigo, também há poluição atmosférica, quando as fábricas, os carros
e os aviões lançam fumo para o ar.
Pedro Quaresma – Ah! Então os incêndios também poluem a atmosfera, pois também lançam
fumo para o ar.
Maria Índia - Exactamente, vejo que estás a compreender.
Entretanto, os dois meninos chegaram ao parque infantil, onde avistaram alguns amigos: o Pedro
Leitão, a Joana Inês, o João Pedro e a Mafalda.
Maria Índia – Então amigos, como de costume andam sempre na brincadeira!
Pedro Quaresma – Sabem, a Maria Índia vinha a explicar-me o que é a poluição. Vocês sabem o que é
a poluição?
João Pedro – Claro que sei! Nunca ouviste falar que temos que reciclar o lixo?
Joana Inês – É que o nosso Planeta Azul está a ficar preto de tanta sujidade.
Pedro Leitão – Em casa, deve-se separar o lixo para fazer novos materiais.
Mafalda – E depois é só colocar o lixo nos ecopontos. O vidro no espaço verde, o plástico e o
metal no amarelo, o papel no azul e as pilhas no vermelho. Assim, pode-se aproveitar este
material para fazer novas coisas. Chama-se a isto reciclar. Agora já percebeste o que é a poluição,
ou queres que te explique outra vez?
Joana Inês – A reciclagem é muito importante porque se faz menos lixo e gasta-se menos
dinheiro a comprar matéria - prima para fazer novas coisas.
Pedro Leitão – Temos que ajudar o nosso Planeta a continuar azulinho!
Pedro Quaresma – Eu também quero ajudar para que o nosso Planeta não
fique doente. Vamos fazer a promessa de que vamos ser muito cuidadosos e não vamos estragar o mundo em que vivemos.
Mafalda – Então, para nunca nos esquecermos, vamos cantar uma canção e vamos cantá-la a
todos os nossos amigos.
Vamos fazer uma festa
Com amor e amizade
Vamos dar ao Planeta Terra
Alegria e liberdade.



Texto colectivo

Alunos 1º ano


2008/05/09

terça-feira, 6 de maio de 2008

Os nossos textos





Letras divertidas

As letras são divertidas e muito engraçadas.
Elas formam muitas palavras e as palavras também quando se juntam formam frases e elas divertem-se. O q gosta muito do u, andam sempre juntos. O som do g ao pé do e e do i é igual ao j e é uma confusão. O h no início de uma palavra, não se lê.



Pedro Quaresma 2008/05/14








A escola é linda


Gosto de trabalhar muito bem e gosto de ir ao recreio brincar com os amigos e sem os magoar. Já não faço buracos na terra.
Às vezes, ainda faço parvoíces, mas primeiro fazia mais.
Gosto da Fernanda, da Dina, da Isabel, da Joana e dos amigos todos.
Aprendi a ler livros, a fazer textos e também aprendo Inglês com a professora Célia. Também gosto da Ana Rita, da Patrícia e da Sónia.
Faço desenhos, vou à natação e à ginástica e aprendo canções na música.
Gostei de aprender e conhecer o corpo, o coração e as veias.
Na escola brinco muito, jogo jogos e futebol com os amigos.
O que eu gosto mais de fazer na escola é brincar e fazer trabalhos.
Eu gosto muito da minha escola.


Pedro Leitão 2008/05/13








A poluição










A poluição é a doença do planeta terra.
Os homens fazem muito lixo e deitam nos rios e no mar.
Os animais morrem por causa da poluição.
Para acabar com a poluição temos que reciclar o lixo.
E com o lixo fazemos coisas novas.


Diogo Miguel 2008/05/15



O nosso coração

O coração bate, bate, sem parar
Faz o sangue andar às voltas
Para a todo o corpo
O oxigénio levar.

As árvores dão o oxigénio para o ar
O oxigénio é muito importante
Para podermos respirar
Para o sangue poder transportar.


André Miguel 2008/05/14











Gosto de ler e escrever







Com as letras, podemos escrever, ler e brincar. Divertimo-nos muito quando as escrevemos ou lemos. Eu gosto de ler e, assim, consigo aprender coisas sobre o Universo e sobre o mundo que me rodeia.
Na minha sala, há uma biblioteca e eu adoro requisitar livros para ler em casa. Nas aulas costumamos ler livros. Agora estamos a ler “A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca”. O livro que eu mais gostei de ler na aula foi o livro "Parabéns Mimi" .

Diogo 2008/05/06









O Rui tem um Cão







Num dia de muito, muito sol, o Rui foi para o jardim e viu um cão no
meio de um arbusto. Ele era castanho às manchas brancas e tinha
uma mesmo à volta do rabo. O Rui pegou nele ao colo e levou-o para casa e disse:
- Ele vai chamar-se Bobi. - disse o Rui para a mãe que se chamava Rosita.
Mais tarde, o Rui deu de comer ao cão e foi mostrá-lo ao seu pai que estava na garagem do avô e da avó.
O menino foi brincar com a bola e com o cão. Entretanto, O Rui e o pai decidiram tirar uma
fotografia ao cão e colocaram-na na parede da casa para ver se o dono do cão aparecia.
Quando o dono do cão viu a fotografia, viu que aquele cão era o seu. Foi logo buscá-lo e agradeceu
ao Rui.
O menino ficou muito feliz por ter cuidado do cão.



Joana 2008/05/08






O Planeta é...






O Planeta é um amigo

Que está sempre contigo
O Planeta é um Planeta
Mas não penses que é forreta.
O Planeta é um amigo
E não um inimigo.



Joana 2008/05/12





A Água


A água é uma amiga
Que é muito divertida
A Água é uma riqueza
É uma princesa.


Joana 2008/05/12




O Livro é um amigo




O Livro é um amigo
Um amigo muito querido
O Livro é uma poesia
Muito, mas muito bonita.
O livro é um amigo
Que me leva a passear
Para ver as poesias do mar


Bárbara 2008/05/08






A minha professora

A minha professora é muito amiga

Ensina-me coisas

Às vezes é muito divertida

Às vezes é hora de trabalhar

E nós estamos atentos

Para sabermos mais coisas.



Bárbara 2008/05/12




As letras são diferentes



Olá! Eu sou o A e não encontro as minhas amigas. Sabem, as minhas amigas costumam pregar-me muitas partidas e eu não consigo encontrá-las. Mas eu como sou muito esperta, consigo encontrar a minha companhia que é a minha melhor amiga. É a minha ajudante B que me ajuda a encontrar as outras amigas.


Bárbara 2008/05/14





A Bárbara vaia praia

Num dia de sol, a Bárbara foi à praia com a tia Rosa e com o tio Paulo. A Bárbara comeu um gelado de limão, a tia Rosa comeu um gelado de morango e o tio Paulo comeu um gelado de baunilha e framboesa.
A Bárbara viu um barco a navegar pelo mar.
No final da tarde, a Bárbara foi com os tios para casa.


Maria Índia 2008/05/14




A Natureza




A Natureza é nossa amiga


Por isso temos de tratar bem dela


Ela é colorida e muito querida.


Ela tem coisas bonitas


Borboletas, flores de muitas cores


Ela é uma amiga especial...


A Natureza é bela


É linda de morrer


Gosto tanto dela para crescer.



Sara 2008/05/09



Uma Mensagem Especial



























Num dia de sol, a Maria Índia foi passear à rua e viu que a sua terra estava muito poluída.
Enquanto caminhava, a menina observava o lixo espalhado à sua volta. Os cães esfomeados
comiam os restos de comida malcheirosa.
A certa altura, a Maria Índia encontrou o seu amigo Pedro Quaresma.
Maria Índia – Olá, Pedro Quaresma! Estás bom? Já viste como a nossa rua está toda poluída?
Pedro Quaresma – Eu não sei o que queres dizer.
Maria Índia - Então tu não sabes o que é a poluição?
Pedro Quaresma – Nunca ouvi falar disso.
A Maria Índia explicou ao seu amigo que a poluição tem a ver com sujidade, com o lixo que os
habitantes lançam para o solo, para a água dos rios e dos mares, com os
petroleiros que têm acidentes e lançam petróleo nas águas dos oceanos.
O Pedro Quaresma ouvia a Maria Índia com muita atenção e mostrava-se
muito curioso sobre
aquele assunto.
Pedro Quaresma – Então mas só há poluição do solo e da água?
Maria Índia – Não meu amigo, também há poluição atmosférica, quando as fábricas, os carros
e os aviões lançam fumo para o ar.
Pedro Quaresma – Ah! Então os incêndios também poluem a atmosfera, pois também lançam
fumo para o ar.
Maria Índia - Exactamente, vejo que estás a compreender.
Entretanto, os dois meninos chegaram ao parque infantil, onde avistaram alguns amigos: o Pedro
Leitão, a Joana Inês, o João Pedro e a Mafalda.
Maria Índia – Então amigos, como de costume andam sempre na brincadeira!
Pedro Quaresma – Sabem, a Maria Índia vinha a explicar-me o que é a poluição. Vocês sabem o que é
a poluição?
João Pedro – Claro que sei! Nunca ouviste falar que temos que reciclar o lixo?
Joana Inês – É que o nosso Planeta Azul está a ficar preto de tanta sujidade.
Pedro Leitão – Em casa, deve-se separar o lixo para fazer novos materiais.
Mafalda – E depois é só colocar o lixo nos ecopontos. O vidro no espaço verde, o plástico e o
metal no amarelo, o papel no azul e as pilhas no vermelho. Assim, pode-se aproveitar este
material para fazer novas coisas. Chama-se a isto reciclar. Agora já percebeste o que é a poluição,
ou queres que te explique outra vez?
Joana Inês – A reciclagem é muito importante porque se faz menos lixo e gasta-se menos
dinheiro a comprar matéria - prima para fazer novas coisas.
Pedro Leitão – Temos que ajudar o nosso Planeta a continuar azulinho!
Pedro Quaresma – Eu também quero ajudar para que o nosso Planeta não
fique doente. Vamos fazer a promessa de que vamos ser muito cuidadosos e não vamos estragar o mundo em que vivemos.
Mafalda – Então, para nunca nos esquecermos, vamos cantar uma canção e vamos cantá-la a
todos os nossos amigos.













Vamos fazer uma festa
Com amor e amizade
Vamos dar ao Planeta Terra
Alegria e liberdade.












Texto colectivo
Alunos 1º ano
2008/05/09


segunda-feira, 5 de maio de 2008

A nossa aula de hoje

Hoje assistimos a uma dramatização com fantoches para iniciarmos o estudo dos casos de leitura "ãos, ões, ães e ãs". Foi uma história apresentada pelas nossas estagiárias Ana Rita, Sónia e Patrícia. Interpretámos oralmente a história e de seguida, fizemos uma listagem de palavras com os casos de leitura de palavras do texto e de outras nomeadas por nós. Descobrimos também, que nem todas as palavras formam o plural da mesma maneira:



mão - mãos

capitão - capitães



balão - balões



maçã - maçãs



mãe - mães...



Esta história também foi o ponto de partida para trabalharmos experiências divertidas sobre o ar.



O Balão Zero



- Sinto-me tão triste…Lá porque sou o Balão Zero e ando sempre no ar, não é preciso andarem sempre a ignorar-me. – disse o Balão Zero.
Entretanto, o Balão Zero vê ao longe a Família Balões.
- Oh, a Família Balões vem aí. São tantos, mas será que algum balão-algarismo quererá ser meu amigo? – interrogou-se o Balão Zero.
- Olá Balões dos Algarismos!! Algum de vocês quer ser meu amigo? – perguntou o Balão Zero com ar entristecido.
- Nós somos oito irmãos balões não precisamos de mais ninguém para brincar. Além disso, tu vales zero e não fazes falta a ninguém. – respondeu o Balão Um.
- Faço falta sim! A minha mãe sempre me disse que me torno mais forte se estiver junto a outro balão-algarismo. – retorquiu o Balão Zero.
Os outros balões riram-se…
- Olha bem para nós…. Já valemos muito sozinhos, não precisamos de um zero à esquerda como tu! – exclamou o Balão Um.
- Irmãos vamos lá acabar com isto, já não estou a gostar da brincadeira. É sempre bom termos novos amigos para brincar no ar. Olá Balão Zero, eu sou o Balão Oito e gostava muito de brincar contigo.
- A sério? Então junta-te a mim e vamos voar juntos. – respondeu o Balão Um todo contente.
- Oh!!! Já viste que se estivermos juntos lado a lado, o meu valor é maior. Passo a ser oitenta e não oito. – afirmou o Balão Oito.
- Eu sempre achei que valia muito. – continuou a conversa o Balão Zero.
- E se o meu irmão Um se juntasse contigo formava 10 não era? E quanto dará 80 mais 10? Deve dar um balão-número muito grande.
- Pois, isso já não sei. – comentou o Balão Zero
- Vamos já contar aos meus irmãos o que descobrimos. – acrescentou o Balão Oito.
- Olhem, olhem o que descobrimos! Juntos, tornámo-nos num balão com um grande valor! – exclamou o Balão Oito.
- Mas como é possível? Será que podes juntar-te a mim? – inquiriu o Balão Um muito intrigado.
- Claro, se tu me deixares…
- Oh fantástico! Afinal com o Zero à direita, torno-me mais forte e fico com o valor de dez. Desculpa as nossas brincadeiras, fomos injustos para contigo. Agora já aprendi que não devemos gozar com os mais pequenos, pois todos têm o seu valor. - disse o Balão Um muito arrependido.
E assim, o Balão Zero ganhou muitos amigos. Conforme iam dando as mãos, formavam muitos números, faziam muitas brincadeiras no ar e ficaram amigos para sempre.

Dia Mundial do Livro - 23 de Abril de 2008

No passado dia 23 de Abril, os 4 anos do 1º ciclo do Ensino Básico, comemoraram o Dia Mundial do Livro.
Na impossibilidade de contarmos com a presença de escritores na nossa escola, devido à indisponibilidade manifestada por autores convidados, as nossas professoras não quiseram deixar de assinalar esta data especial. Assim, "vestiram" elas a pele de escritores que as 4 salas têm trabalhado ao longo do ano. A Fernanda fez de Luísa Ducla Soares, a Rosinha fez de Matilde Rosa Araújo, a Susana fez de Alexandre Parafita e a Joana fez de Jorge Sousa Braga. Depois de apresentados pela Directora Ana Paula, cada escritor fez uma referência à sua vida e obras publicadas. A tarde prosseguiu com diálogos estabelecidos com os alunos, tendo cada turma apresentado excertos das obras que leram. Foi um momento muito interessante que terminou com os habituais autógrafos dos escritores.











Livro



Livro

um amigo

para falar comigo

um navio para viajar

um jardim para brincar

uma escola

para levar

debaixo do braço.

Livro

um abraço
para além do tempo

e do espaço

Luísa Ducla Soares, Antologia para jovens,
sel. Natércia Rocha, Plátano




O livro é…

O livro é um livro

Para ler

O livro é um coração

Que nos faz aprender.

O livro é um amigo

Que nos ajuda a estudar.

O livro é uma poesia

É um dicionário, é um professor

Que nos ensina com muita alegria.

O livro é um mundo das letras

Um segredo das palavras

Que nos fazem viajar

Entrando na aventura

E nos fazem sonhar.

O livro é uma flor

É uma fantasia

O livro é um abraço…

Cheio de Amor!

Texto colectivo
(Inspirado na leitura do poema “O Livro” de Luísa Ducla Soares)

Alunos do 1º Ano